Mas custa assim tanto fazer um trajecto para o TGV?
Nunca entrei sequer numa Universidade de Engenharia mas com a minha extensa experiência em vários programas de desenho técnico, nomeadamente o Paint, fiz isto. Simples, directo e economicamente tão saudável como uma roulotte de brasileiros.
Tanta discussão, tanto bitaite para aqui e para ali para nada.
Dentro do tema económico-financeiro, aproveito e decido já o problema da Autoeuropa que tenho aqui 2 minutos livres. Os Alemães, como bons alemães que são, propuseram aos trabalhadores vergarem a mola ao sábado sem pagar mais por isso. Vou mais longe, os trabalhadores com filhos entre os 5 e os 12 anos, vão passar a levar os catraios para a linha de montagem para apertar aqueles parafusos pequeninos que se encontram nos locais de mais difícil acesso. Há certas coisas que só a mão pequena e esguia de uma criança consegue fazer, é tal e qual as bolas de futebol. Mas mais alguém consegue coser uma bola como deve de ser se tiver mãos gigantes de adulto? Não é trabalho infantil, é trabalho técnico altamente especializado.
Na hora de almoço os pais podem contar aos putos como o Eusébio foi um excelente Presidente da Republica e que comparado com uma mulher, um toiro de corrida é um ser com um pensamento altamente lógico.
E considerem se privilegiados porque o presidente da British Airlines brindou os trabalhadores com a ideia de trabalhar de borla. Adorava ter estado presente na reunião em que se teve esse pensamento. Viram os relatórios de custos e repararam em dois grandes números, gastos em combustível e em ordenados do pessoal, parece-me que a escolha era óbvia.
domingo, 21 de junho de 2009
Publicada por
nuno
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02:47
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