Adenda prévia: dava uma pintarola do catano escrever este post em alemão, mas não encontrei aqueles tradutores automáticos e, assim como assim, aquilo ia ficar rótulo chinês style.
E assim foi. A vantagem de se trabalhar no petit Red Light District de Lisboa é ficarmos perto de eventos imperdíveis, a menos que se trabalhe num mercado abastecedor entre as localidades de Quintanilho e São Julião do Tojal.
Pequeno trajecto Luciano Cordeiro acima até ao Campo Mártires da Pátria, onde outrora fui quase assaltado por dois toxicomanos (5 minutos após me dizerem que era um jardim seguríssimo), chegamos ao Goethe Institut (quão sainete manda este nome? algum). No jardim recém-apresentado pela leoa mais pintosa da savana, entre um cheiro a salsicha que ali faz um terrível sentido (do gosto também), assisti a um fim de tarde aconchegante. Precedido por umas conversas escutadas no canto da orelha entre uma das minhas referências musicais e um amigo, dissertanto sobre relações afectivas, assisti pela primeira vez ao virtuosísmo que tantas vezes li e desejei nas páginas do meu ócio. Carlos Bica, além de ter um talento imenso (mesmo decifrável pelo mais profundo ignorante - que a propósito sou eu) tem um coeficiente de coolness muito acima da média da UE. João Paulo, uma surpresa imensa. Assoberbado fiquei e quero conhecer tudo. Dois temas? Canção nº2 e Bela.
E uma curiosidade de visitar a Alemanha. Pelo anfitrião do espectaculo, há ali qualquer coisa que não bate bem. E eu gosto.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Sr Albano im Goethe-Garten
Publicada por
Senhor Albano
à(s)
11:05
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